Do arquivo
Biografia
Dolores Umbridge construiu a carreira no Ministério da Magia entre laços cor-de-rosa, xícaras de chá e uma devoção absoluta à ordem: a ordem dela. Filha de um bruxo de cargo modesto e de uma trouxa, escondeu as próprias origens e chegou a Subsecretária Sênior do Ministro, tornando-se o braço mais eficiente de Cornélio Fudge quando ele decidiu negar o retorno de Voldemort.
Em 1995, mandou por conta própria dois dementadores atrás de Harry em Little Whinging. Pouco depois, chegou a Hogwarts como professora de Defesa Contra as Artes das Trevas, proibiu a prática de feitiços e passou a governar o castelo por Decretos Educacionais: virou Alta Inquisidora, demitiu professores, proibiu O Pasquim e criou a Brigada Inquisitorial. Nas detenções, fazia Harry escrever com uma pena que gravava as palavras na pele da própria mão.
Quando Dumbledore deixou a escola, assumiu a direção, embora a sala do diretor se recusasse a abrir para ela. Seu reinado terminou na Floresta Proibida, levada pelos centauros que havia insultado. No ano seguinte, sob o regime de Voldemort, comandou a comissão que perseguia nascidos trouxas, julgando inocentes enquanto exibia no pescoço o medalhão de Slytherin, que jurava ser herança de família.
Harry roubou o medalhão bem debaixo do nariz dela, em pleno Ministério. Depois da guerra, segundo J.K. Rowling, Umbridge foi presa, julgada por seus crimes contra os nascidos trouxas e mandada para Azkaban: guardada pelos mesmos dementadores que tanto gostava de usar.
Não devo contar mentiras.
Curiosidades
Você sabia?
Seu Patrono é um gato, combinando com os pratos decorados com gatinhos que enfeitavam sua sala em Hogwarts.
Umbridge tinha um irmão aborto e escondia a família, que considerava constrangedora para quem se dizia defensora da pureza do sangue.
J.K. Rowling contou que se inspirou em uma pessoa real com quem conviveu, e de quem não guardava boas lembranças.
O tossidinho falso (“hem, hem”) virou sua assinatura antes de qualquer interrupção.