Do arquivo
Biografia
Cornélio Fudge assumiu o Ministério da Magia em 1990 e, nos primeiros anos, mal tomava uma decisão sem escrever a Alvo Dumbledore pedindo conselho. Afável e preocupado com a própria imagem, preferia a calma à verdade: mandou Hagrid para Azkaban em 1993 só para parecer que agia e tratou a fuga de Sirius Black como um problema de relações públicas.
Quando Harry voltou do Torneio Tribruxo anunciando o retorno de Voldemort, Fudge escolheu não acreditar. Durante um ano, usou O Profeta Diário para pintar Harry como mentiroso e Dumbledore como conspirador, e entregou Hogwarts a Dolores Umbridge. Só admitiu a verdade em junho de 1996, ao ver o Lorde das Trevas com os próprios olhos no átrio do Ministério; semanas depois, foi substituído por Rufo Scrimgeour.
Curiosidades
Você sabia?
É inconfundível pelo chapéu-coco verde-limão.
O primeiro capítulo de Enigma do Príncipe mostra Fudge visitando o primeiro-ministro trouxa para avisá-lo da guerra e apresentar seu sucessor.
Em inglês, “fudge” é um doce, mas também um verbo que significa enrolar ou maquiar um problema.
Foi Fudge quem deu a Sirius Black, em Azkaban, o jornal com a foto dos Weasley em que aparecia Perebas, e, sem querer, inspirou a fuga.