Do arquivo
Biografia
Durante a primeira guerra contra Voldemort, Alastor Moody capturou tantos bruxos das trevas que se dizia que metade das celas de Azkaban tinha sido ocupada graças a ele. Cada vitória lhe custou um pedaço: perdeu parte do nariz, uma perna (substituída por uma prótese de madeira) e um olho, trocado por um olho mágico azul elétrico que gira em todas as direções e enxerga através de paredes, portas e até da parte de trás da própria cabeça.
Recusava-se a beber de qualquer frasco que não fosse o seu e repetia a quem quisesse ouvir seu lema: vigilância constante. A paranoia tinha fundamento. Em 1994, pouco antes de assumir as aulas de Defesa Contra as Artes das Trevas em Hogwarts, foi atacado e aprisionado num baú mágico por Bartolomeu Crouch Jr., que passou o ano inteiro se passando por ele com Poção Polissuco.
Libertado, voltou à luta como membro da Ordem da Fênix, liderou a guarda que levou Harry ao Largo Grimmauld e treinou uma nova geração de combatentes. Morreu em julho de 1997, durante a operação dos Sete Potters, abatido por Voldemort em pleno voo. Seu olho mágico acabou pregado numa porta do Ministério, de onde Harry o resgatou para enterrá-lo com dignidade.
Vigilância constante!
Curiosidades
Você sabia?
O “Moody” que transformou Draco Malfoy num furão em O Cálice de Fogo era, na verdade, o impostor Bartolomeu Crouch Jr.
A tradução brasileira transformou “Mad-Eye” em Olho-Tonto, apelido que ele carrega com orgulho.
Mostrou a Harry uma velha fotografia da primeira Ordem da Fênix, na qual aparecem os pais do menino.
Seu bordão, vigilância constante, virou uma das frases mais repetidas pelos fãs.